É uma doença degenerativa que acomete as artérias que irrigam as pernas estreitando-as progressivamente até obstrui-las completamente, diminuindo assim a circulação do sangue nos membros inferiores.
          A principal causa da DAP é a aterosclerose, que é o acumulo de gordura na parede das artérias. Pessoas acima de 50 anos de idade tem mais propensão a ter a doença.

          A queixa mais comum de quem tem a doença é de dor geralmente nas panturrilhas que aparece ao caminhar e melhora bastante ao repouso. Essa dor pode ser uma sensação de cansaço ou fadiga, pode ser ora de aperto ou compressão ou ate mesmo uma sensação de câimbra.







          Em um grau mas grave da doença a pessoa pode sentir dor deitado que alivia quando senta na cama colocando as pernas pendentes para fora do leito, se acontecer isso pode ser muito grave com risco de amputação da perna.
          O diagnostico é feito por um exame clinico e exame de imagem.
          O tratamento consiste em cuidados com os pé, controle de fatores de risco para a aterosclerose, atividade física, medicamentos, parar de fumar caso fume e controle da diabetes, pressão arterial, colesterol e triglicerides,
           Caso desconfie que você possa ter DAP procure seu medico geriatra para mais informações e controle dos fatores de risco e um endo-vascular para o tratamento adequado para seu caso
         


Nosso tema de hoje é como melhorar a saúde de um
diabético. O único problema da diabetes é que ela é uma doença silenciosa, a
maioria das pessoas só descobre que tem quando vai ao medico para uma consulta
de rotina, e mesmo depois que soube da doença ela na maioria das vezes continua
bem quietinha para dar o golpe anos mais tarde.
Com isso muitos diabéticos não seguem a
orientação dos médicos pois eles mesmo falam: mas doutor eu não sinto nada, ela
não esta me afetando.           Ok se esse é o seu pensamento espere daqui uns 10 anos ou
ate menos, por isso vou dar aqui algumas dicas de como viver bem com a diabetes.
Vamos começar com 6 passos simples de seguir:
1-     Uma nova dieta alimentar.
    Ter uma dieta equilibrada é essencial para
controlar sua glicemia, perder peso e viver melhor. Por isso é aconselhável
fazer de 5 a 6 refeições por dia.
    Café da
manha, lanche da manha, almoço, lanche da tarde, janta, e se quiser ceia, evite
a famosa beliscadinha entre as refeições.
    Em sua dieta tem que ter todos os grupas
alimentares como os carboidratos, proteínas, gorduras, e não se esqueça da hidratação.
Dica para sua dieta:
    A ingestão excessiva de álcool além de
desequilibrar o controle glicêmico também é prejudicial ao fígado.
    Substituir o açúcar pelo adoçante.
    Cuidado com o índice glicêmico dos
alimentos pois eles podem ser considerados leves e ter um alto índice glicêmico.
Clique aqui para ver a tabela de IG:
http://www.diabetes.org.br/attachments/212_Tabela_de_IG.pdf
    Não saia de sua dieta nem em datas comemorativas
pois isso poderá acarretar problemas no futuro
    Um prato bem colorido é melhor do que
aqueles que quase não tem cor.
    Beba muita água.

2-    Uma rotina de atividade física.
    Ao unir a sua rotina, atividade física e
uma dieta equilibrada, você perderá peso e controlara melhor sua glicemia.
    A atividade física deve ser
predominantemente aeróbica.
    Você tem que saber seus limites, por isso é
aconselhável passar pelo seu médico para ele avaliar se o exercício que você escolheu não vai deixá-lo em situação de alerta para outras doenças
principalmente cardiovasculares.
    É recomendável uma freqüência de no mínimo 3
vezes por semana, sendo o ideal todos os dias no mesmo horário.


3-    Pare de fumar.
4-    Monitoramento constante
da glicemia.
5-    Procure sempre seu médico.
6-    Cuide de sua saúde bucal.
Com esses 6 passos você provavelmente ficara
inume aos malefícios da diabete e terá uma longa vida pela frente.

             Às vezes quando chegamos na melhor idade nosso
metabolismo fica mais lento e o que não fazia mau agora pode ser ruim para
nossa saúde.          Escuto muito em meu consultório o seguinte:  Dr. eu sempre comi isso e nunca tive nada. Pois
é, mas é que você também não tinha a idade que você tem agora né? Então com
isso precisamos saber o que comer para não termos uma hipercolesterolemia (
colesterol alto), e não piorar sua saúde.







Saiba o que evitar para não ter problemas com o
colesterol, e deixar seu coração melhor, pois o colesterol alto é o inimigo numero um do coração:
Bacon
Manteiga
Doces cremosos
Pele de aves
Frutos do mar (camarão, lagosta, mexilhão, etc)
Queijos amarelos
Carnes gordas e miúdos
Sorvetes cremosos
Creme de leite
Maionese
Embutidos (presunto, mortadela, salsicha, etc)
Leite integral
Biscoitos recheados e amanteigados


                Além de evitar
todos esses alimentos acima também é aconselhável fazer algum tipo de exercício
físico, pois eles ajudam a manter os níveis de colesterol sob controle. Pode ser
apenas uma caminhada, mas lembre-se que pelo menos 45 minutos diários, não
menos que isso. O ritmo da caminhada? Isso você decide e o seu corpo também.
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Hipovitaminose D

A vitamina D também conhecida como calciferol promove a
absorção de cálcio e é essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e
dentes.
Existem duas formas de vitamina D, a D2 de origem vegetal e
a D3 de origem animal.
A vitamina D também atua no sistema imunológico, no coração,
no cérebro, na secreção de insulina entre outros tecidos.
A vitamina D atua como um hormônio que mantém as
concentrações de cálcio e fósforo no sangue, por isso sua deficiência pode
ocasionar também a deficiência desses dois elementos no organismo.

A deficiência de vitamina D ou hipovitaminose D, pode
precipitar e aumentar a osteoporose, em adulto e causar raquitismo em crianças.
A osteoporose e fraturas ósseas, fatos dramáticos na
terceira idade, guardam intima relação com a hipovitaminose D, por isso depois
de certa idade aconselha a pedir ao seu geriatra o exame para dosagem dessa
vitamina para prevenir problemas osteo-musculares no futuro.

Assim como os ossos, os músculos, células do cérebro, fígado,
próstata, mama, cólon e sistema imunológico, também têm alguma relação com a vitamina
D, e sua deficiência pode levar algum transtorno a esses órgãos.

Nós podemos conseguir obter vitamina D a partir de a
exposição à luz solar, dieta equilibrada e suplementos vitamínicos.


O diagnostico é feito com a dosagem da vitamina (
25-hidroxi-vitaminaD) pelo sangue, a as pessoas de maiores riscos são:
– Idoso.
– Pessoas com osteoporose.
– Pessoa com doença renal crônica e doençao hepática crônica.
– Pessoas com síndrome de mal-absorção.
– Pessoas que usam anticonvulsivantes, glicocorticóides,
antirretroviral e/ou antifúngicos.
– Pessoas que não tem muita exposição solar.
– Crianças e adultos obesos.
– Crianças com baixa estatura.
Se caso você ou alguém de sua família
se encontre no grupo de risco procure seu médico e esclareça mais sobre a Hipovitaminose
D.

 
A incontinência urinária (ou da bexiga) ocorre quando não é possível ter controle sobre a urina que sai da uretra (canal que leva a urina da bexiga para fora do organismo). Esse problema pode variar de um vazamento de urina ocasional até uma completa incapacidade de reter a urina.
A incontinência é mais comum entre idosos. As mulheres estão mais propensas a ter incontinência urinária do que os homens. Atribui-se essa prevalência ao fato de a mulher apresentar, além da uretra, duas falhas naturais no assoalho pélvico: o hiato vaginal e o hiato retal. Isso faz com que as estruturas musculares que dão sustentação aos órgãos pélvicos e produzem a contração da uretra para evitar a perda urinária e o músculo que forma um
pequeno anel em volta uretra sejam mais frágeis nas mulheres.
 
 A incontinência ocorre quando a pressão no interior da bexiga excede a pressão na uretra. Esta condição pode ser devido à hiperatividade do detrusor (um músculo lisa da parede da bexiga), em alguns casos, é motivada por um problema neurológico, por uma alteração do esfíncter externo e dos músculos do pavimento pélvico, pela incapacidade de relaxamento do esfíncter interno ou inadequado para lesão orgânica, ou por dano neural.
 
O diagnóstico é clínico, baseado em uma história detalhada. Devemos investigar o inicio dos
sintomas, descartando a presença de infecção urinária, cálculos, tumores, doenças associadas como DM, neuropatias e uso de medicamentos. Durante o exame físico pede-se para a paciente tossir, tentando reproduzir a perda urinária. Também pode ser realizado um teste onde um cotonete é inserido na uretra para determinar sua posição e mobilidade. Um exame de análise da urina deve ser realizado. Um teste urodinâmico vai determinar se existem outras alterações da
bexiga e da uretra.

          A forma de tratamento deve ser decidida correlacionando-se os dados da avaliação clínica e dos achados urodinâmicos, quando estes estiverem disponíveis. A combinação de diferentes
estratégias muitas vezes proporciona resultados melhores, com menor agressão ao paciente.


          A indicação do tratamento, depende sempre do grau da incontinência urinaria, mas sabemos que com os exercícios certos, você pode prevenir ou ate melhorar o grau dessa patologia que incomoda bastante

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