Tudo bem o que o câncer não é uma doença própria da
terceira idade, que qualquer idade pode desenvolver, mais depois de tanto blá
blá blá por causa da mastectomia da Angelina Jolie, resolvi falar um pouquinho
desse assunto que ninguém gosta de escutar.
Existem 4 tipos de câncer de mama, e com estágios
diferentes também, por isso que se uma amiga sua teve câncer de mama e não
conseguiu curar e veio a i
nfelizmente a falecer, não quer dize se você tiver
isso também acontecerá com você.
Vou listar os 4 tipos de Ca de mama que existem:
– Carcinoma ductal: é o mais comum e afeta os canais que conduzem o
leite da mama, o in-situ é o famoso pré-câncer e o invasor é quando já esta nos
tecidos
– Carcinoma lobular invasivo: é o segundo mais freqüente, e pode
agredir as duas mamas, não forma nódulos e nem aparece em exames de imagem.
– Carcinoma inflamatório: embora seja o mais grave, é também raro,
começa nos conduzem o leite e se espalha pelo corpo.
– Doença de paget: forma muito incomum caracterizado por alterações na
pele do mamilo, como feridas tipo crosta e inflamação.


Um agravante do Ca de mama é chamado de HER2 que
quando é positivo é muito agressivo, pois o excesso dessa proteína faz com que
as células do câncer se dividam mais rapidamente.
E sobre os estágios temos:
– Estagio 0: quase sempre é curável.
– Estagio 1: já é um tumor maior, mas sem nenhum acometimento.
– Estagio 2: já é um tumor maior que no estagio 2 mais ainda sem nenhum
acometimento.
– Estagio 3: um tumor bem grande que já acomete algumas estruturas próximas
tipo, pele, músculo, glândulas, mas ainda não há metástase.
– Estagio 4: tumor de qualquer tamanho com metástase.


Por isso que são importantes os exames preventivos
como a mamografia, essa não pode ser feita antes dos 25 anos, só sobre restrita
indicação médica, o auto-exame de mama que é feito em casa.


Os fatores de risco são mulheres de 40 a 69 anos de
idade, por isso que o preconizado é que a mulher faça anualmente a mamografia
após os 40 anos, se não tiver histórico familiar, porque se tiver histórico a
mamografia tem que começar desde mais cedo. A menstruação tardia e a menopausa
tardia também são vilãs para a doença, claro que se você tiver familiares de
primeiro grau, isso quer dizer, mãe, irmã ou filha, com o diagnostico de câncer
de mama antes dos 50 anos, você terá muito mais tendência de ter a doença do
que uma pessoa que não tem o fator genético, a reposição hormonal após a
menopausa pode favorecer, por isso que você tem que conversar muito com seu
ginecologista quando for fazer uma reposição hormonal.
Hábitos de vida ajudam também a prevenir, saiba o
que mudar na sua vida:
– Pratique exercícios
– Controle seu peso
– Alimentação saudável
– Amamentação
– Evite bebidas alcoólicas
– Deixe de fumar

                Procure seu
ginecologista pelo menos 1 vez por ano para um check up. E se tiver alguma
duvida procure um mastologista. O tratamento é diferente para cada caso e
compete o especialista indicar qual é o melhor.

             Nos
últimos anos o diabetes mellitus é a doenças que mais cresce na terceira idade.
Tudo isso devido à má alimentação, obesidade, o sedentarismo entres outras
coisas mais.
O diabetes mellitus é
caracterizado por elevação anormal da concentração de glicose sanguínea (açúcar
no sangue), por uma deficiencia de insulina seja ela parcial ou a falta total.
Existe dois tipos de diabetes o
tipo 1 e o tipo 2, sendo que na terceira idade o mais comum é o tipo 2 que será
essa que falaremos hoje aqui no post.

O diabetes mellitus tipo 1 corresponde ao
antigo diabetes mellitus não-insulino dependente, esse tipo caracteriza-se por
níveis de insulinemia variáveis, com hiperinsulinemia em mais de 95% dos casos,
resistência à cetoacidose e baixa sensibilidade corporal à ação da insulina.
80% dos pacientes têm sobrepeso.
O diabetes do idoso, freqüentemente, não
apresenta sintomas, sendo descoberto, na maioria das vezes, em check up ou em
exames para investigação de outras doenças.

Os sintomas são: perda de peso, muita sede,
urinar em grande quantidade e várias vezes, principalmente à noite, fome em excesso,
fadiga fácil, piora da visão, formigamentos e dormências nas pernas, coceira na
vagina, infecção de pele, dificuldade de cicatrização de feridas, etc.

O diabetes tem complicações agudas,
causadas por descompensações temporárias, podendo chegar até mesmo ao estado de
coma, e complicações crônicas.
São complicações do
diabetes mal controlado: derrame cerebral, infarto do miocárdio, cegueira,
amputação de membros inferiores, doenças renais (chegando
à insuficiência renal com necessidade de tratamento de diálise),
impotência sexual masculina, etc.
O tratamento
medicamentos de ser rigoroso e não deve usar medicamentos concomitantes sem
aviso prévio ao médico porque muitas deles podem reagir com os remédios do
diabetes aumentando ou diminuindo seu efeito.
Seu objetivo é manter os níveis
glicêmicos o mais próximos possível do normal, evitando complicações crônicas e
agudas.
O tratamento inclui dieta
adequada, realização de atividade física, controle de outras doenças associadas
e uso de medicações, se necessário, porém freqüentemente é negligenciado mesmo
entre os indivíduos já orientados sobre a doença.

Prurido senil

O prurido senil parece ser a
dermatose mais prevalente na terceira idade. Geralmente a “coceira” é de
intensidade variável, contínuo ou por surtos. Freqüentemente piora à noite,
após banhos quentes e durante os meses de inverno, quando a umidade é baixa e
as temperaturas dos ambientes fechados são altas, e com isso a ressequidade da
pele piora.

O prurido acomete as faces de
extensão, principalmente pernas e coxas. Inicia-se com xerose (super
ressecamento da pele) e microfissuras (miniferidas), podendo evoluir para
lesões francamente eczematosas, eritêmato-pápulo-descamativas e liquenificadas.

Geralmente é um diagnóstico de
exclusão, ou é totalmente perceptível quando a ressequidade da pele é notável.
Sua melhora além de um antialérgico
potente e às vezes um antidepressivo tricíclico, precisa de uma hidratação
continua na pele.
Cuidados da pele para melhorar
o prurido.
– hidratação com um creme
hidratante potente, já citei vários cremes aqui no blog.
– sabonete hidratante
– banho morno, rápido, evite
muito contato com a água.
– não usar buchas de banho
– beber muito liquido
-usar roupa de algodão, evitar
lã e pelos nas roupas
Com essas medidas provavelmente
a coceira irá amenizar, se por acaso o prurido permaneça procurar um geriatra
ou um dermatologista para uma Maior investigação.

 

Idoso e o inverno

Com a chegada do inverno
o consultório de geriatria lota,
pois com o
frio algumas doenças pioram no idoso. Geralmente os problemas respiratórios ou
as dores reumáticas são as principais queixas.

Dentre os problemas respiratórios temos:
A gripe, que é
causada pelo vírus influenza. Seus sintomas geralmente aparecem de forma
repentina, com febre, vermelhidão no rosto, dores no corpo e cansaço. Entre o segundo e o quarto dia, os
sintomas do corpo tendem a diminuir enquanto os sintomas respiratórios
aumentam, aparecendo com frequência uma tosse seca.
No idoso, pode evoluir
de forma grave ou mesmo fatal para pneumonia, broncopneumonia, bronquite,
sinusite, otite, encefalite e miocardite. Por isso existe a campanha da vacina
contra a gripe para os idosos.
A DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica)
agrupa duas enfermidades diferentes: bronquite crônica e enfisema. A causa mais comum da DPOC é o
tabagismo
. Geralmente a DPOC apresenta piora da sintomatologia
durante o inverno, levando o paciente, com freqüência, para o hospital. Seu quadro
Caracteriza-se por tosse crônica, falta de ar aos esforços, cansaço físico e
infecções de repetição.

 Alguns cuidados tem
que ser tomado nessa época para não desenvolver ou piorar essa doença no idoso.
Além
da vacina da gripe, é importante adotar medidas simples, como: evitar
aglomerações ou ficar próximo de pessoas gripadas; manter os ambientes
arejados, deixando as janelas abertas pelo menos algumas horas do dia para a
circulação do ar; ingerir água ou líquidos para facilitar a eliminação de
possíveis secreções nos pulmões; e, algumas vezes, realizar respirações profundas
para “estimular” a circulação de ar nos pulmões, uma vez que com o
envelhecimento ocorre um aumento da rigidez na musculatura respiratória,
dificultando as trocas gasosas. 

As quedas de
temperatura durante o inverno agravam os sintomas nos pacientes reumáticos. No
inverno, a tendência das pessoas é de contrair a musculatura e a rigidez agrava
os processos reumáticos articulares. Os principais sintomas são dores nas
juntas, inchaço e febre. Alguns dos reumatismos mais conhecidos são a artrite,
a artrose e a fibromialgia. 

Alguns cuidados tem que ser tomado nessa época para não desenvolver
ou piorar essa doença no idoso.
Usar roupas
quentes, exercícios de fisioterapia e de cuidados postural, ficar em um
ambiente mais aquecido, reduzem expressivamente as dores.


           Com a
estética em alta hoje em dia,a maioria das pessoas não estão preparadas para
envelhecer, e isso causa algum receio, sobre como ficará a minha pele? E o meu
cabelo?


Sabemos
que o  cabelo é a ‘moldura do rosto’,
principalmente para as mulheres e conta muito para melhorar a auto estima. Mas,
com o passar do tempo, os cabelos também vão enfraquecendo e começa uma leve
diminuição dos fios.


As
causas são diversas e variam conforme o caso. Algumas causas são temporais e
não devemos nos preocupar com elas; outras, são ligadas à exposição do cabelo
no dia a dia e às varias agressões que o cabelo está sujeito. Outro aspecto
muito importante que pode originar falhas no cabelo é sem dúvida o aspecto
genético.


Um
das causas mais comuns e que normalmente não se dá a devida importância é a
agressividade com que se penteia. Tem de ter cuidado neste aspecto. A má
alimentação, pobre em proteínas, pode originar problemas. Faça uma alimentação
equilibrada, consulte um nutricionista se necessário.


Doenças
como anemia, ou até mesmo febres ou infecções pode também ser prejudicial.
A
falta de cuidado ao utilizar certos produtos para o cabelo também contribui de
maneira significativa para a queda do mesmo
No
caso das mulheres, pode ocorrer uma maior perda de cabelo durante a gravidez e
pós-parto, mas isto é normal e quase sempre passageiro. Neste caso não tem que
se preocupar.
Alguns
medicamentos também podem contribuir para que este problema se agrave. Mais uma
vez, neste aspecto não tem que se preocupar, pois quando acabar com a medicação
volta tudo à normalidade.


Os
cabelos dos idosos estão sujeitos à ação hormonal – que nessa fase está em
declínio, tanto na mulher, com a menopausa, como no homem, na andropausa. Os
cabelos ficam afetados, diminuindo o volume e deixando os fios com aspecto mais
fino. Mas isso não quer dizer que a mulher ou o homem irá ficar careca.


Aqui
vou falar o que você pode fazer para que seu cabelo melhore o aspecto e a queda
também, se nada disso der certo procure seu dermatologista para uma avaliação.
Não dormir sobre eles molhados;
Não prender os cabelos molhados,
a menos que seja um coque bem solto;
Lavar os cabelos pelo menos 3 x
na semana, lembre-se cabelo sujo cai mais que cabelo limpo, com shampoo e
condicionador adequados ao seu tipo de cabelo;
Evitar usar o secador, prancha,
alisantes e outros produtos químicos que danificam a raiz e o comprimento do
cabelo desnecessariamente;
Não lavar os cabelos com água
muito quente, a ideal é a morna;
Evitar penteados como dreads e
tranças, que puxam muito a raiz do cabelo, favorecendo a sua queda;
Pentear os cabelos com pentes de
cerdas largas.
Evite a todo o custo o tabaco e o álcool.