Essa é uma época de gripe, e com ela vem sempre à preocupação, será uma gripe forte? Será um resfriado? Ou será que eu estou com a gripe H1N1? É desesperador pensar na ultima hipótese, até porque sabemos que muitas pessoas morreram só esse ano com essa gripe. Aqui vou falar um pouquinho dela para vocês entenderem melhor e saber o que fazer se suspeitar de H1N1.
É uma doença aguda respiratória altamente contagiosa entre seres humanos, que leva a um quadro de infecção respiratória. Seu contagio  é dada através do ar, por vias aéreas e através de contato direto com pessoas contaminadas
Os sintomas da gripe H1N1 são semelhantes aos causados pelos vírus de outras gripes. No entanto, requer cuidados especiais a pessoa que apresentar febre alta, acima de 38º, 39º de início repentino, dor muscular, de cabeça, de garganta e nas articulações, irritação nos olhos, tosse, coriza, cansaço e inapetência. Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarréia.
É de extrema importância evitar a automedicação. O uso dos remédios sem orientação médica pode facilitar o aparecimento de cepas resistentes à medicação. Algumas medicações já utilizadas no tratamento da gripe aviária têm-se mostrado eficazes contra o vírus H1N1, especialmente se ministrados nas primeiras 48 horas, que se seguem ao aparecimento dos sintomas.
Para se proteger da Gripe  você pode tomar a vacina da gripe convencional para ajudar na prevenção já que aumentam a imunidade do corpo, porém não combatem o vírus H1N1. 
Algumas precauções que você pode tomar:
Lavar freqüentemente as mãos com bastante água e sabão ou desinfetá-las com produtos à base de álcool;
Jogar fora os lenços descartáveis usados para cobrir a boca e o nariz, ao tossir ou espirrar;
Evitar aglomerações e o contato com pessoas doentes;
Não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo;
Não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal;
Suspender, na medida do possível, as viagens para os lugares onde haja casos da doença;
Procurar assistência médica se surgirem sintomas que possam ser confundidos com os da infecção pelo vírus da influenza tipo A.

Pesquisas recentes mostram que o estilo de vida influencia as funções dos neurônios. Escolhas saudáveis, portanto, podem prevenir e até mesmo reverter as falhas na memória. Especialistas da área revelam os cinco principais hábitos que, incorporados ao cotidiano, podem assegurar ou avivar suas lembranças.
1- Durma bem
O senso comum diz que com uma boa noite de sono o cérebro funciona melhor e lembra melhor. Diversos estudos sugerem que, durante o sono, o cérebro processa as experiências do dia, fortalecendo as conexões entre neurônios que foram formados durante o dia. Isso pode permitir lembrar a informação mais facilmente no dia seguinte. Especialistas também acreditam que, enquanto dorme, o cérebro do indivíduo enfraquece algumas conexões neuroniais antigas para dar espaço a novas. Para manter o bom funcionamento da memória, a maioria das pessoas precisa ter, no mínimo, 8 horas de sono por noite. Algumas pesquisas mostram que exercício aeróbico intenso e um banho quente de 60 a 90 minutos podem ajudar a conseguir essa quantidade de sono pelo aumento da temperatura corporal e pela liberação de hormônios que despertam o sono. Para o efeito da sedação, é preciso fazer estas atividades, no mínimo, duas horas antes de ir dormir. Se forem feitas na hora de ir para a cama, elas fazem efeito contrário.
2- Mexa-se
Especialistas concordam que práticas aeróbicas melhoram a memória porque elevam a qualidade do sono. Mas atividades físicas podem trazer outros benefícios. Feitos a qualquer hora, exercícios moderados fazem com que o cérebro receba mais sangue, o que significa que ele adquire mais oxigênio e nutrientes. Ambos auxiliam os neurônios a trabalhar de forma mais eficiente. Exercícios aeróbicos também aprimoram a memória pela liberação do stress. Quando o indivíduo está estressado, libera hormônios como o cortisol, que produz energia para ajudar o corpo a lidar com uma situação desafiadora. No entanto, esses hormônios danificam a memória central. Estudos em animais mostraram que, depois de poucos dias de exposição a altos níveis de cortisol, células do cérebro da memória central começaram a morrer. Praticar atividades físicas faz com que o corpo “queime” a energia extra induzida pelo stress, reduzindo os níveis de cortisol. Para isso, bastam pelo menos 30 minutos diários de exercícios moderados, como andar ou pedalar.
3- Inclua cafeína e chocolate
De acordo com pesquisadores, consumir um pouco de cafeína e chocolate por dia pode ajudar a reter melhor as informações. Antes, porém, é preciso escolher o tipo certo. A cafeína deve ser adquirida de chá verde ou preto. O consumo da substância fará com que o indivíduo se sinta mais alerta, absorvendo melhor as novas informações. A cafeína também possui importantes antioxidantes, que quebram as células “danificadas” do cérebro. O chocolate ainda é polêmico, já que nada ainda foi comprovado. No entanto, pesquisadores suspeitam que os componentes presentes no chocolate escuro, agem contra a oxidação e inflamação, dois efeitos que envelhecem o cérebro. Alguns cientistas acreditam também que podem contribuir para melhorar a memória porque aumentam a circulação sangüínea.
4- Opte pela gordura certa
Para manter o cérebro em funcionamento, é preciso comer gordura diariamente. Mas, assim como a cafeína, escolher o tipo certo é fundamental. Estudos mostram que os ácidos do Ômega-3 podem evitar a perda das funções cognitivas. Certos tipos de peixe e suplementos de óleo de peixe, sementes de linho, canola, azeite e nozes contêm esses ácidos. Segundo alguns pesquisadores, todos os peixes contêm componentes que melhoram o cérebro. Por outro lado, especialistas concordam que gorduras ruins (encontradas em óleos hidrogenados) são a pior coisa para a memória. Uma dieta rica em gorduras reduz o sangue nos vasos do cérebro e baixa os níveis de HDL (colesterol bom), cuja função é evitar o entupimento nos vasos sangüíneos. Essas gorduras ruins são encontradas em batatas-fritas, frituras e bolos que contêm margarina ou óleo.
5- Desafie seu cérebro
Pesquisadores mostram que a estimulação intelectual é a melhor maneira de fazer com que o cérebro trabalhe bem durante toda a vida. Alguns hobbies intelectuais desafiadores, como palavras-cruzadas e quebra-cabeças, ou uma boa leitura também podem impulsionar o funcionamento do cérebro. O ideal é escolher um hobby que desafie partes do seu cérebro que o indivíduo não costuma trabalhar. Caso o trabalho diário já seja intelectual, o melhor a fazer para o cérebro é ir para casa e ouvir música, pintar ou andar na natureza.

Andropausa

Não é só a mulher que sofre com a diminuição dos hormônios depois de certa idade, os homens também sofrem. Hoje falaremos de um assunto pouco difundido, a Andropausa.
O nome andropausa se refere ao conjunto de sintomas que surgem, geralmente, após os 60 anos no individuo do sexo masculino, tais como perda de energia física, falta de autoconfiança, perda de motivação e iniciativa, diminuição da agressividade, depressão, fadiga crônica, distúrbios do sono, queda da libido, disfunção erétil, aumento do conteúdo de gordura e queda da musculatura.
A principal causa da andropausa, afastadas razões de perturbações psíquicas ou psico- somáticas, é o declínio do nível do hormônio masculino – TESTOSTERONA, o qual se apresenta sob duas formas na corrente sanguínea: Testosterona total e Testosterona livre.
É claro que nem todos os homens em andropausa terão todos os sinais e sintomas relacionados, mas fadiga crônica, perda da agressividade e libido em declínio são muito comuns.
Verificar se não há anemia, doenças do fígado, doença renal crônica, diabetes, depressão familiar. Enfim, afastar causas que significam a presença de outras moléstias.
O diagnostico é feito pela dosagem pela manhã de Testosterona total, SHBG, CH e FSH, estes dois últimos são hormônios da hipófise, que estimulam os testículos a produzir hormônios. Também fazer um exame ultrassonográfico dos testículos.  Pode fazer testes especiais para hipófise, se necessários.
O tratamento para a andropausa é feito com a toma de medicamentos que aumentam a taxa de testosterona no sangue, geralmente uma reposição hormonal
Nem todos os homens podem fazer este tratamento, especialmente se eles tiverem câncer de mama ou de próstata ou membros da família próximos que desenvolveram estas doenças.

Síndrome de Benson

Esta doença degenerativa ocorre com mais frequência em idosos e se distingue da Doença de Alzheimer. A Síndrome de Benson ou também chamada Síndrome de Atrofia Cortical, é uma desordem degenerativa rara. A sua frequência é desconhecida.
A doença da Atrofia Cortical refere-se a uma síndrome clínica na qual o processamento visual é interrompido devido a uma doença neurodegenerativa.
Os pacientes apresentam graves comprometimentos visuais de ordem progressiva e agnosia, ou seja, incapacidade de reconhecer e identificar objetos, familiares ou pessoas e apraxia que se caracteriza por provocar uma perda da habilidade para executar movimentos e gestos.
As manifestações desta síndrome incluem vários sintomas simultâneos, como:
 1- Agnosia ópticas – que compreende a incapacidade de reconhecimento visual de objetos na ausência de disfunções óticas,
2- Ataxia – que reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos podendo afetar a força muscular e o equilíbrio,
3- Apraxia oculomotora – uma perturbação dos movimentos oculares que dá o complicado nome à doença e se caracteriza pela impossibilidade de fixar o olhar e de deslocar voluntariamente os olhos na horizontal, tendo o doente de “atirar” a cabeça para o lado para podê-los rodar,
4-  Prosopagnosia – tratada como uma desordem rara da percepção da face, na qual a habilidade de reconhecer os rostos está danificada,
5- Alexia – é uma disfunção onde é perdida a capacidade de ler
6- Desorientação comportamental e
7- Desorientação ambiental.
8- Apraxia ideomotora – É a inabilidade de realizar atos motores sob comando verbal
9- Agrafia- perturbação da capacidade de escrever, desde o esquecimento de signos gráficos ou incapacidade de formar frases, até a incapacidade total de escrever.
10- Acalculia- trata-se de um tipo de incapacidade que dificulta a realização de simples cálculos matemáticos
A memória, linguagem, percepção e julgamento ficam relativamente preservados até mais tarde no curso da doença.
O diagnostico é feito por ressonância magnética e avaliação clinica
O tratamento da Síndrome de Benson baseia-se em ajudas visuais e tratamentos antidepressivos como paliativos.

Dor no quadril em idoso

          A Bursite trocanteriana é a inflamação de uma ou mais bursas localizadas sobre a inserção do músculo glúteo médio no trocanter femoral, sendo mais comum em pacientes de meia-idade e idosos, com alguma preferência pelo sexo feminino.
         O sintoma  principal é a dor sobre a região do trocanter, na face lateral da coxa que piora com caminhada ou ao deitar sobre o lado afetado e pode ter início agudo ou gradual.
         O diagnóstico é feito pela palpação da região sobre o trocanter maior, com presença de um ponto doloroso nesta região. A dor pode piorar com a rotação externa do quadril e com a abdução contra resistência. Algumas condições podem contribuir para o surgimento da bursite trocantérica, tais como a osteoartrose da coluna lombar e/ou do quadril, diferença de comprimento dos MMII e escoliose.
          A evolução natural do processo degenerativo é a piora gradual das condições do
paciente. Os sintomas deixam de ser esporádicos e passam a ser constantes, chegando a comprometer o sono.

        O tratamento consiste em repouso relativo, uso de antiinflamatórios
não-esteróides e fisioterapia(recursos analgésicos, ultrassom e exercícios).
Caso a sintomatologia dolorosa não melhore pode-se optar por injeções de
esteróides na área. Em casos extremos pode-se optar pelo procedimento cirúrgico,
que consiste na remoção da busrsa inflamada.