Fotoproteção oral é a expressão utilizada para designar o
uso isolado ou em combinação de diversos ativos capazes de minimizar os danos
desencadeados pela radiação solar.

Enquanto os protetores solares tópicos atuam através da
reflexão e absorção da radiação incidente, evitando que ela atinja a pele, os
fotoprotetores orais atuam em nível celular ou molecular após a incidência da
radiação solar na pele, reduzindo os danos assim gerados.


 

Hoje em dia muitos tratamentos estão visando o uso de fotoprotetor
oral junto com o protetor tópico para garantir um efeito de quase 100% de
proteção da pele.
Hoje em dia o tratamento do terrível melasma ( mancha no
rosto), constitui basicamente de um clareador, fotoproteção tópica e oral,
devido a dificuldade de clareamento da pele só com a proteção tópica, estudos
mostraram que pessoas que utilizaram a fotoproteção oral e resultado foi muito
melhor.
Outras doenças se beneficiam também com a proteção oral
como: tendência a câncer de pele,  urticária
solar, vitiligo, erupção polimorfa a luz entre outras.


 

Lembrando que a fotoproteção oral não substitui a proteção
tópica, os dois tem que ser usados juntos.
Vá ao dermatologista e converse com ele sobre essa novidade,
que não é tão novidade assim.
 Beijos Flávia 

 

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Estamos em pleno verão e com ele
vem o calor e o sol, ah o sol que nós brasileiros tanto amamos.
            Vai me
dizer que quando eu falei em verão, sol e calor, você logo pensou em praia, não
acertei?
            Se você é
daquelas pessoas que não dispensa uma praia para ficar com um bronze super
legal, e não usa filtro solar, só uma dica: cuidado com o câncer de pele.
            Hoje em dia
é cada vez mais comum pegarmos pessoas jovens já com câncer de pele, tudo
devido à exposição ao sol sem proteção.




            Vou fazer
um questionário aqui que peguei de um explicativo da ADCOS que achei super legal.
E se você responder sim a pelo menos uma das perguntas, eu aconselho a procurar
um dermatologista para ele avaliar sua pele.
            Vamos lá,
saiba se você esta no grupo de risco ou não:
Tenho caso de câncer de pele na família.
Tenho pele muito clara que sempre fica vermelha e não bronzeia.
Tenho cabelos e olhos claros.
Já tive câncer de pele.
Possuo sardas na face e/ou ombro.
Já sofri queimadura pelo sol.
Possuo muitas pintas pelo corpo.
Tomei muito sol sem proteção.
Possuo uma pinta que esta mudando de cor.
Possuo uma feridinha que não cicatriza.
Sou idoso.

               Qualquer pessoa pode desenvolver um câncer de pele, mas se você
respondeu sim em uma ou mais dessas questões, eu aconselho a ir ao
dermatologista, pois só ele é capaz de te informar sobre o câncer de pele e o
que fazer.

Dermatoscopia

           Para quem nunca ouviu falar nesse termo, a dermatoscopia é um exame que permite uma avaliação mais criteriosa dos nevos ( as famosas pintas ou manchas), e outras lesões pigmentadas da pele classificando-as como lesões benignas, suspeitas ou altamente suspeitas de melanoma.

          Neste procedimento o dermatologista examina sua pele com a ajuda de um aparelho, o dermatoscópio, que pode ser portátil ou digital, que permite uma visualização das estruturas internas da pele, sem nenhum traumatismo ou corte.

         É utilizada como exame complementar à avaliação clínica e permite a observação de estruturas da epiderme, da junção dermo-epidérmica e da derme papilar e reticular superficial, não observáveis a olho nú.
       Também ajuda no diagnóstico diferencial de outros tipos de câncer da pele, como o carcinoma basocelular pigmentado, além de facilitar a descoberta de lesões benignas como a queratose seborréica, o dermatofibroma, o hemangioma eruptivo trombosado, além de outras lesões vasculares, evitando procedimentos invasivos, como a biópsia ou a retirada cirúrgica de lesões benignas. Mas, quando há suspeita de malignidade, a desmatoscopia mostra as lesões que precisam de biópsia ou de cirurgia.
          Então antes de começar a retirar todo tipo de nevo (pinta) que aparecer no seu corpo, o ideal é fazer uma dermatoscopia para ver se realmente há uma necessidade de retirar, ou apenas acompanhar. 

Melanoma

      
        O melanoma maligno é o câncer da pele de pior prognóstico. É um tumor muito grave devido ao seu alto potencial de produzir metástases enviando células tumorais para outros órgãos, onde se desenvolvem. Origina-se dos melanócitos, células que produzem o pigmento que dá a cor da pele. Pode se originar da pele sã ou de lesões pigmentadas pré-existentes, os nevos
pigmentados (“sinais” escuros).
        O melanoma geralmente apresenta-se como uma pinta de coloração preta, castanha, vermelha azul ou da cor da pele. O que chama a atenção é seu crescimento rápido, bordas irregulares e normalmente múltiplas cores na mesma lesão. Pode surgir da pele sã ou de lesões pigmentadas pré-existentes (as “pintas” ou “sinais” de nascença).
        O melanoma não tem sintomas na sua fase inicial, exceto a irritação cutânea (comichão ou dor) que surge apenas em alguns casos. É freqüente surgir como uma área de um nevo (“sinal”) já existente que cresceu, mudou de cor, ganhou contornos irregulares; ou como um novo nevo que surge na vida
adulta. Todas essas manifestações são altamente sugestivas de melanoma.
        Pessoas que tem histórico familiar de melanoma devem procurar regularmente um dermatologista. Diferentemente de outros cânceres de pele, o melanoma surge principalmente entre 30-45 anos de vida. Pessoas de pele clara que se expõe inadequadamente ao sol são as que apresentam maior risco de desenvolvimento.
        Numa lesão suspeita o médico poderá realizar o exame chamado dermatoscopia que auxilia muito na definição diagnóstica.
        As lesões de melanoma apresentam características fáceis de se reconhecer
aprendendo-se o ABCD do melanoma:

    * Assimetria: formato irregular
    * Bordas irregulares: limites externos irregulares
    * Coloração variada (diferentes tonalidades de cor)
    * Diâmetro: maior que 6 milímetros
   
        O tratamento do melanoma maligno é cirúrgico e deve ser realizado o mais precocemente possível. O diagnóstico e o tratamento precoce são fundamentais para a cura.
        O tratamento do melanoma metastático consiste em quimioterapia e tratamentos com imunomoduladores.

câncer de pele

                

              já chegou o verão, e aqui no Brasil é sinonimo de praia, então vamos falar um pouquinho sobre câncer de pele para nós não abusarmos muito do sol.
              Câncer de pele é mais comum em indivíduos com mais de 40 anos sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles que apresentam doenças cutâneas prévias. Indivíduos de pele clara, sensível à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vitimas do câncer de pele. Os negros normalmente têm câncer de pele nas regiões palmares e plantares.
             Os tipos mais comuns são carcinoma basocelular (CBC) e o carcinoma de células escamosas que podem ser desfigurantes localmente mas geralmente não se espalham para outras partes do corpo. O tipo mais perigoso é o melanoma, que pode ser fatal se não tratado brevemente, devido a sua capacidade de realizar metástase. Entretanto, o melanoma corresponde apenas a uma pequena porção dos casos de câncer de pele.
            O melanoma de pele é menos freqüente do que os outros tumores de pele (basocelulares e de células escamosas), porém sua letalidade é mais elevada. Como esse é o câncer que mais preocupam nós dermatologistas, vou ter um capitulo só sobre melanoma, aguardem.
            Embora o câncer de pele seja o tipo de câncer mais freqüente, correspondendo a cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, quando detectado precocemente este tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura.
           As neoplasias cutâneas estão relacionadas a alguns fatores de risco, como o químico (arsênico), a radiação ionizante, processo irritativo crônico, genodermatoses e principalmente à exposição aos raios ultravioletas do sol.
           A exposição prolongada e repetida da pele ao sol causa o envelhecimento cutâneo além de predispor a pele ao surgimento do câncer. Tomando-se certos cuidados, os efeitos danosos do sol podem ser atenuados. Aprenda a seguir como proteger sua pele da radiação solar.

  • Use sempre um filtro solar com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 15, aplicando-o generosamente pelo menos 20 minutos antes de se expor ao sol e sempre reaplicando-o após mergulhar ou transpiração excessiva.
  • Use chapéus e barracas grossas, que bloqueiem ao máximo a passagem do sol. Mesmo assim use o filtro solar pois parte da radiação ultra-violeta reflete-se na areia atingindo a sua pele 
  • Evite o sol no período entre 10 e 15 horas  
  • A grande maioria dos cânceres de pele localizam-se na face, proteja-a sempre. Não esqueça de proteger os lábios e orelhas, locais comumente afetados pela doença.procure um dermatologista se existem manchas na sua pele que estão se modificando, formam “cascas” na superfície, sangram com facilidade, feridas que não cicatrizam ou lesões de crescimento progressivo. 
  • Faça uma visita anual ao dermatologista para avaliação de sua pele e tratamento de eventuais lesões pré-cancerosas.

          Estas recomendações são especialmente importantes para as pessoas de pele clara, as quais devem evitar qualquer tipo de exposição ao sol sem proteção.
          O tratamento do câncer de pele depende do seu tipo e de sua localização no corpo. Entretanto, independentemente do tipo de tratamento que lhe seja oferecido, você vai ser enfaticamente aconselhado a diminuir drasticamente
qualquer futura exposição ao sol. O fato de você ter desenvolvido um câncer de pele significa que outras regiões de seu corpo também correm risco de terem sido lesadas pela luz solar e estejam igualmente vulneráveis para o instalação de outros processos cancerosos, principalmente se você continuar a se expor ao sol. 

         Futuramente vou postar aqui um resumo dos principais câncer de pele.