O ácido fólico é uma vitamina do complexo B, que ajuda a prevenir malformações no cérebro e medula espinhal do feto, quando ingeridos antes e durante as três primeiras semanas de gestação. Isso a maioria da população já sabe principalmente as mulhures. Esta prática, evita doenças do tubo neural, como a espinha bífida (mais comum) e a anencefalia. 





          O que a maioria da população não sabe, e que a terceira idade deveria saber, é que algumas funções cognitivas do cérebro, que são deterioradas com a idade, são beneficiadas com o suplemento de ácido fólico.




          Estudos observaram que as pessoas cuja dieta é rica em alimentos com ácido fólico, ou pessoas que tomam o mesmo em forma de vitamina estão menos propensas a sofrer de mal de Alzheimer, doença que provoca a perda da memória devido à atrofia cerebral.



           Os idosos que consumiram no mínimo 400 microgramas de ácido fólico ao dia reduziram em 55% as chances de desenvolver Alzheimer. Isso porque o ácido ajuda a manter baixos os níveis de homocisteína, substância que, em excesso, atrapalha a oxigenação cerebral e aumenta a perda de neurônios.

          Em quais alimentos encontramos esta vitamina?
          Em frutas cítricas: 
          – Laranja
          – Limão
          – Morango   
          – Tangerina 
          – Pêssego
          – Vegetais verdes folhosos 
          – Feijão 
          – Amendoim
          – Brócolis
          – Aspargos
          – Ervilha 
          – Lentilha 
          – Cereais integrais como granolas 
          – Pães 
          – Farelos
Bem hoje vou reproduzir um email que recebi, não sei se o conteúdo já existe em algum blog ou site, mas mesmo assim resolvi postar, o texto esta como recebi, sem nenhuma modificação, e que fala de um assunto muito importante, confusão mental do idoso.  O texto foi escrito pelo medico Dr. Arnaldo Lichtenstein, que é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
– Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?
Alguns arriscam:  “Tumor na cabeça”.
Eu digo: “Não”
Outros apostam: “Mal de Alzheimer”
Respondo, novamente: “Não”
A cada negativa a turma se espanta… E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:
– diabetes descontrolado;
– infecção urinária;
– a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa;
 
Parece brincadeira, mas não é! Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos!
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.
              A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos “batedeira”, angina “dor no peito”, coma e até morte.
              Não é brincadeira!
              Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
              Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.
               Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de  tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.
              Conclusão:
              Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.
              Por isso, aqui vão dois alertas:
 1 – O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água- de-coco, leite, sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!
2 – Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos, e de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços fora do ar, atenção.
 
É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.
              “Líquido neles e rápido para um serviço médico”.

Pesquisas recentes mostram que o estilo de vida influencia as funções dos neurônios. Escolhas saudáveis, portanto, podem prevenir e até mesmo reverter as falhas na memória. Especialistas da área revelam os cinco principais hábitos que, incorporados ao cotidiano, podem assegurar ou avivar suas lembranças.
1- Durma bem
O senso comum diz que com uma boa noite de sono o cérebro funciona melhor e lembra melhor. Diversos estudos sugerem que, durante o sono, o cérebro processa as experiências do dia, fortalecendo as conexões entre neurônios que foram formados durante o dia. Isso pode permitir lembrar a informação mais facilmente no dia seguinte. Especialistas também acreditam que, enquanto dorme, o cérebro do indivíduo enfraquece algumas conexões neuroniais antigas para dar espaço a novas. Para manter o bom funcionamento da memória, a maioria das pessoas precisa ter, no mínimo, 8 horas de sono por noite. Algumas pesquisas mostram que exercício aeróbico intenso e um banho quente de 60 a 90 minutos podem ajudar a conseguir essa quantidade de sono pelo aumento da temperatura corporal e pela liberação de hormônios que despertam o sono. Para o efeito da sedação, é preciso fazer estas atividades, no mínimo, duas horas antes de ir dormir. Se forem feitas na hora de ir para a cama, elas fazem efeito contrário.
2- Mexa-se
Especialistas concordam que práticas aeróbicas melhoram a memória porque elevam a qualidade do sono. Mas atividades físicas podem trazer outros benefícios. Feitos a qualquer hora, exercícios moderados fazem com que o cérebro receba mais sangue, o que significa que ele adquire mais oxigênio e nutrientes. Ambos auxiliam os neurônios a trabalhar de forma mais eficiente. Exercícios aeróbicos também aprimoram a memória pela liberação do stress. Quando o indivíduo está estressado, libera hormônios como o cortisol, que produz energia para ajudar o corpo a lidar com uma situação desafiadora. No entanto, esses hormônios danificam a memória central. Estudos em animais mostraram que, depois de poucos dias de exposição a altos níveis de cortisol, células do cérebro da memória central começaram a morrer. Praticar atividades físicas faz com que o corpo “queime” a energia extra induzida pelo stress, reduzindo os níveis de cortisol. Para isso, bastam pelo menos 30 minutos diários de exercícios moderados, como andar ou pedalar.
3- Inclua cafeína e chocolate
De acordo com pesquisadores, consumir um pouco de cafeína e chocolate por dia pode ajudar a reter melhor as informações. Antes, porém, é preciso escolher o tipo certo. A cafeína deve ser adquirida de chá verde ou preto. O consumo da substância fará com que o indivíduo se sinta mais alerta, absorvendo melhor as novas informações. A cafeína também possui importantes antioxidantes, que quebram as células “danificadas” do cérebro. O chocolate ainda é polêmico, já que nada ainda foi comprovado. No entanto, pesquisadores suspeitam que os componentes presentes no chocolate escuro, agem contra a oxidação e inflamação, dois efeitos que envelhecem o cérebro. Alguns cientistas acreditam também que podem contribuir para melhorar a memória porque aumentam a circulação sangüínea.
4- Opte pela gordura certa
Para manter o cérebro em funcionamento, é preciso comer gordura diariamente. Mas, assim como a cafeína, escolher o tipo certo é fundamental. Estudos mostram que os ácidos do Ômega-3 podem evitar a perda das funções cognitivas. Certos tipos de peixe e suplementos de óleo de peixe, sementes de linho, canola, azeite e nozes contêm esses ácidos. Segundo alguns pesquisadores, todos os peixes contêm componentes que melhoram o cérebro. Por outro lado, especialistas concordam que gorduras ruins (encontradas em óleos hidrogenados) são a pior coisa para a memória. Uma dieta rica em gorduras reduz o sangue nos vasos do cérebro e baixa os níveis de HDL (colesterol bom), cuja função é evitar o entupimento nos vasos sangüíneos. Essas gorduras ruins são encontradas em batatas-fritas, frituras e bolos que contêm margarina ou óleo.
5- Desafie seu cérebro
Pesquisadores mostram que a estimulação intelectual é a melhor maneira de fazer com que o cérebro trabalhe bem durante toda a vida. Alguns hobbies intelectuais desafiadores, como palavras-cruzadas e quebra-cabeças, ou uma boa leitura também podem impulsionar o funcionamento do cérebro. O ideal é escolher um hobby que desafie partes do seu cérebro que o indivíduo não costuma trabalhar. Caso o trabalho diário já seja intelectual, o melhor a fazer para o cérebro é ir para casa e ouvir música, pintar ou andar na natureza.

Síndrome de Benson

Esta doença degenerativa ocorre com mais frequência em idosos e se distingue da Doença de Alzheimer. A Síndrome de Benson ou também chamada Síndrome de Atrofia Cortical, é uma desordem degenerativa rara. A sua frequência é desconhecida.
A doença da Atrofia Cortical refere-se a uma síndrome clínica na qual o processamento visual é interrompido devido a uma doença neurodegenerativa.
Os pacientes apresentam graves comprometimentos visuais de ordem progressiva e agnosia, ou seja, incapacidade de reconhecer e identificar objetos, familiares ou pessoas e apraxia que se caracteriza por provocar uma perda da habilidade para executar movimentos e gestos.
As manifestações desta síndrome incluem vários sintomas simultâneos, como:
 1- Agnosia ópticas – que compreende a incapacidade de reconhecimento visual de objetos na ausência de disfunções óticas,
2- Ataxia – que reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos podendo afetar a força muscular e o equilíbrio,
3- Apraxia oculomotora – uma perturbação dos movimentos oculares que dá o complicado nome à doença e se caracteriza pela impossibilidade de fixar o olhar e de deslocar voluntariamente os olhos na horizontal, tendo o doente de “atirar” a cabeça para o lado para podê-los rodar,
4-  Prosopagnosia – tratada como uma desordem rara da percepção da face, na qual a habilidade de reconhecer os rostos está danificada,
5- Alexia – é uma disfunção onde é perdida a capacidade de ler
6- Desorientação comportamental e
7- Desorientação ambiental.
8- Apraxia ideomotora – É a inabilidade de realizar atos motores sob comando verbal
9- Agrafia- perturbação da capacidade de escrever, desde o esquecimento de signos gráficos ou incapacidade de formar frases, até a incapacidade total de escrever.
10- Acalculia- trata-se de um tipo de incapacidade que dificulta a realização de simples cálculos matemáticos
A memória, linguagem, percepção e julgamento ficam relativamente preservados até mais tarde no curso da doença.
O diagnostico é feito por ressonância magnética e avaliação clinica
O tratamento da Síndrome de Benson baseia-se em ajudas visuais e tratamentos antidepressivos como paliativos.

Os acidentes vasculares cerebrais são a segunda principal causa de óbito no mundo somente em um ano, cerca de 7 milhões de pessoas morrem em decorrência do problema.

Sinais alertam para a ocorrência do AVE (derrame), em muitos casos, os sintomas de um acidente vascular cerebral são difíceis de serem identificados. No entanto, reconhecê-los pode salvar uma vida. A pessoa que está tendo um derrame pode apresentar os seguintes sintomas:
• Diminuição ou perda súbita de força na face, braço ou perna de um lado do corpo;
• Alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular frases e se expressar ou para compreender a linguagem;
• Perda súbita de visão em um ou nos dois olhos;
• Dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente;
• Instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.
Mas às vezes é difícil perceber esses sintomas então um grupo de pesquisadores reconheceu que bastam 3 perguntas e um gesto para o rápido reconhecimento de um “derrame”.

Reconhecendo um derrame:

Lembrar as três etapas. Às vezes os sintomas de um derrame são difíceis de identificar. Infelizmente, a falta da consciência leva ao desastre. A vítima do derrame pode sofrer danos no cérebro quando as pessoas próximas falham em reconhecer os sintomas. Os médicos dizem que um observador pode reconhecer um derrame fazendo três simples perguntas:
1. * Peça o indivíduo para SORRIR.
2. * Peça que LEVANTEM AMBOS OS BRAÇOS.
3. * Peça que a pessoa FALE uma SENTENÇA SIMPLES, por exemplo: o dia está ensolarado hoje
Outro sinal de um derrame seria, colocar a língua de fora. Peça à pessoa para por a língua de fora…
Se a língua estiver torta ou for para um lado ou para outro, isso é indicação de AVC.
Se a pessoa tiver problema com as algumas destas tarefas, chame um medico imediatamente e descreva os sintomas.