Vamos falar sobre o Semilla sachê refrescante para banho do bebê da Cifarma.
 
 
 
Esses sachês são tudo de bom, também é uma arma para a miliaria, o aspecto avermelhado e melhora aquele
aspecto de pele grossa deixando-a bem macia e com um cheirinho ótimo.
 
 
 
 
O pó refrescante que promove suavidade e maciez à pele do bebê. Possui extrato de camomila e amido de milho micronizado que refresca a pele, além de formar uma película protetora que protege seu bebe ate mesmo fora
do banho.
Eu aconselho a colocar o pó na água do banho depois que lavar o cabelo da criança, pois acho que pode irritar o olho.
Preço médio R$ 30,00
Hoje vou falar
pra vocês do Semilla talco liquido da Cifarma.


Ele é um creme que
ajuda a melhorar a miliaria (brotoeja) têm post sobre o tema aqui no blog. O
Semilla é bom, pois ele hidrata a pele do bebê,
promovendo emoliência e refrescância. Possui efeito calmante e ação protetora
proporcionando uma pele macia com sensação de conforto e frescor.


O bom
do talco liquido é exatamente isso, hidrata a pele diferentemente do talco comum
e da pasta d’água que resseca a pele.
         Possuindo o extrato de calêndula, amido
de milho micronizado, drieline e bisabolol, ele deixa a pele da criança e do
adulto macia e com um perfuminho super agradável.
         Preço médio nas Farmácias R$
40,00

Impetigo

Criança que é criança provavelmente já teve
impetigo.
As maiorias das mães chegam ao consultório
desesperada com essa infecção e a queixa é sempre a mesma: já passei de tudo, já
usei um monte de remédio e nada adiantou.
Calma, se a orientação for bem feita pelo
médico isso vai melhorar e às vezes basta limpeza da lesão.
Bem o impetigo é uma infecção bacteriana
da pele, comum em crianças, causada pelos germes estafilococos e estreptococos.
 A infecção pode afetar qualquer segmento da pele. A face e as mãos são os locais mais
comuns. Pode decorrer da contaminação de lesões ou ferimentos preexistentes na
pele, isto é, uma infecção secundária. Um ferimento mal higienizado favorece o
desenvolvimento de infecções bacterianas em geral, incluindo o impetigo.
A forma mais comum é o impetigo
não-bolhoso, causada pela bactéria estreptocócica. Inicia-se por bolinhas
vermelhas (pápulas) que rapidamente evoluem para vesículas (lesões parecidas
com bolhas, só que cada uma é menor que 1,0 cm), de parede fina, dificilmente
percebida. Estas lesões em seguida se enchem de líquido esbranquiçado (“pus”),
mas logo se rompem, liberando esta secreção. O pus na superfície da lesão,
então, resseca e acaba formando uma casca (crosta) grossa amarelo-acastanhada,
característica desta forma de impetigo. Quando removida a crosta, esta se refaz
rapidamente. Embora nos adultos as áreas expostas da pele (sobretudo nas pernas
e em volta do nariz e da boca) sejam acometidas com mais freqüência, nas
crianças pode afetar qualquer local.

            
Já no impetigo bolhoso, embora possua evolução semelhante à anterior,
formam-se bolhas verdadeiras, que podem alcançar mais de 2,0 cm de diâmetro e
durar até três dias, para depois romper. Mais uma vez, a secreção liberada
posteriormente, deixa uma crosta, só que mais fina do que na forma não bolhosa.
Muitas vezes o impetigo bolhoso é confundido com queimaduras provocadas por
cigarro.
A complicação mais comum, principalmente em crianças, é a
Glomerulonefrite pós-estreptocócica aguda, que é uma inflamação nos rins
provocada por uma defesa exagerada do organismo contra a bactéria, por
isso o tratamento precoz é o mais indicado.
Geralmente o tratamento consiste na
remoção das crostas e limpeza das lesões, antibioticoterapia local nos casos
mais simples (fotos abaixo) e oral nos casos mais graves ou com risco de
glomerulonefrite, devendo ser indicado pelo dermatologista de
acordo com cada caso.

Bicho Geografico

Qual foi a criança que nunca pegou um bicho geográfico? Hoje aqui no blog vamos falar de uma afecção de pele que não acomete só crianças, mas adultos também.
A larva migrans cutânea , dermatite serpiginosa ou dermatite pruriginosa, conhecida popularmente como bicho geográfico, é uma série de manifestações patológicas causada geralmente por parasitas específicos do intestino delgado de cães e gatos que eventualmente atingem o homem.
Por estar em pele humana, a larva não consegue se aprofundar para atingir o intestino (o que acontece no cão e no gato), e caminha sob a pele formando um túnel tortuoso e avermelhado. Mais comum em crianças, as lesões são geralmente acompanhadas de muita coceira. Os locais mais comumente atingidos são os pés e as nádegas. Pode ocorrer como lesão única ou múltiplas lesões. Devido ao ato de coçar é frequente a infecção secundária das lesões.
Sintomas como erupções avermelhadas que geram muita coceira e podem causar dor, ocasionam a falta de sono e nervosismo. Além disso, pode causar alterações pulmonares como tosse e falta de ar e alergia em razão das substâncias tóxicas liberadas.
A transmissão do bicho geográfico acontece quando há contato da pele com as larvas. As larvas que causam o bicho geográfico são mais comuns em areias das praias, porém elas se espalham em qualquer terreno que lhes dê as condições necessárias de temperatura e umidade. Quando a pessoa pisa ou senta sobre local infestado pelas larvas, elas podem furar a pele e contaminar o indivíduo.
Dependendo da extensão da doença, o tratamento pode ser feito por via oral para os casos mais extensos ou com o uso de medicação tópica nos casos mais brandos. Para prevenir a infecção pela larva migrans deve-se evitar andar descalço em locais frequentados por cães e gatos e cobrir as caixas de areia durante a noite para evitar sua utilização por gatos para defecar. Recolha as fezes de seu cachorro e estimule os outros donos de animais a fazerem o mesmo. Não leve animais para a praia.

Molusco contagioso

            O molusco contagioso é uma doença viral que provoca lesões na pele muitas vezes confundidas com verrugas. Por isso muitas mães chegam ao consultório dizendo que seu filho ou filha esta cheio de verruguinhas que estão aumentando. A transmissão da doença se dá pelo contato direto com pessoas contaminadas. 

Atinge preferencialmente as crianças, devido à imunidade ainda não estar totalmente desenvolvida. É frequente o achado da doença em crianças com dermatite atópica.
Nos adultos as lesões costumam afetar principalmente áreas de pele mais fina e podem ser transmitidas pelo contato sexual. E geralmente aparece em adultos com baixa imunidade ou até mesmo com a higiene precária.
As lesões do molusco contagioso são pequenas, elevadas, hemisféricas, da cor da pele, com aspecto translúcido e apresentando umbilicação central. Podem estar isoladas (mais comum) ou se agrupar. O tamanho das lesões pode variar de puntiformes a cerca de 5 milímetros de diâmetro.
As lesões são autoinoculáveis e podem se espalhar. Em algumas crianças o molusco contagioso se dissemina rapidamente chegando a centenas de lesões. Atingem principalmente o tronco e a raiz dos membros. As lesões são geralmente assintomáticas, mas pode haver prurido (coceira) discreto.

A doença não tem qualquer perigo e é apenas desconfortável e inestética. O sistema imunitário geralmente elimina o vírus e resolve a condição em alguns meses.
O tratamento varia conforme a idade do doente, do número de lesões, localização das lesões e presença ou não de sinais inflamatórios. O método mais usado é a curetagem, que consiste em arrancar as lesões e depois cauterizá-las com a aplicação de tintura de iodo. Outras alternativas são a crioterapia (aplicação de nitrogênio líquido nas lesões), aplicação de ácido tricloroacético ou hidróxido de potássio nas lesões até o seu desaparecimento ou uso prolongado de uma pomada com lisozima, uma substância antiinflamátoria, que provoca uma reação imunológica na pele que estimula a cura das lesões.
           O paciente é reexaminado pelo médico após o tratamento em intervalos de 2 semanas a 2 meses para tratar possíveis lesões que aparecem posteriormente. Além disso, em adultos, quando as regiões são na área genital ou anal, deve-se examinar também o parceiro sexual.