O ácido fólico é uma vitamina do complexo B, que ajuda a prevenir malformações no cérebro e medula espinhal do feto, quando ingeridos antes e durante as três primeiras semanas de gestação. Isso a maioria da população já sabe principalmente as mulhures. Esta prática, evita doenças do tubo neural, como a espinha bífida (mais comum) e a anencefalia. 





          O que a maioria da população não sabe, e que a terceira idade deveria saber, é que algumas funções cognitivas do cérebro, que são deterioradas com a idade, são beneficiadas com o suplemento de ácido fólico.




          Estudos observaram que as pessoas cuja dieta é rica em alimentos com ácido fólico, ou pessoas que tomam o mesmo em forma de vitamina estão menos propensas a sofrer de mal de Alzheimer, doença que provoca a perda da memória devido à atrofia cerebral.



           Os idosos que consumiram no mínimo 400 microgramas de ácido fólico ao dia reduziram em 55% as chances de desenvolver Alzheimer. Isso porque o ácido ajuda a manter baixos os níveis de homocisteína, substância que, em excesso, atrapalha a oxigenação cerebral e aumenta a perda de neurônios.

          Em quais alimentos encontramos esta vitamina?
          Em frutas cítricas: 
          – Laranja
          – Limão
          – Morango   
          – Tangerina 
          – Pêssego
          – Vegetais verdes folhosos 
          – Feijão 
          – Amendoim
          – Brócolis
          – Aspargos
          – Ervilha 
          – Lentilha 
          – Cereais integrais como granolas 
          – Pães 
          – Farelos

       Pessoas que se encontram com idade superior a 65 anos apresentam mais possibilidades de desenvolver a Doença de Alzheimer. Estima-se que nos Estados Unidos haja cerca de 4 milhões de pacientes portadores
da doença. No Brasil, a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) aponta a existência de aproximadamente 1 milhão de pessoas com esse mal.

       O Que É: É uma doença cérebro-degenerativa, de origem genética, mais freqüentemente presente a partir da faixa etária de 65 anos. Foi descrita pela primeira vez pelo médico Alois Alzheimer, em 1907.
É progressiva e não tem cura.
       Causa: Sua causa é desconhecida, sendo fruto de estudos de especialistas em todo o mundo. É atribuída
a propensão genética, não necessariamente hereditária.
       Sintomas: Podemos dividir a doenças em três fases: inicial; intermediário e terminal 
             Fase inicial
       A doença começa, geralmente, entre os 40 e 90 anos. No começo são os pequenos esquecimentos, normalmente aceitos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que vão agravando gradualmente. Consciente destes esquecimentos, o indivíduo pode se tornar confusos e por vezes agressivos causando mudanças de humor, de personalidade, distúrbios de conduta e chegando até não conhecer a si mesmo diante do espelho gerando um quadro de ansiedade e depressão.
Ocorre a perda da memória recente, dificuldade para aprender e reter novas informações, distúrbios de linguagem, dificuldade progressiva para as tarefas da vida diária, falta de cuidado com a aparência pessoal, irritabilidade, desorientação. Nesta fase os pacientes ainda apresentam boa qualidade de vida social, permanecendo alerta. 
              Fase intermediária
     O paciente é completamente incapaz de aprender e reter novas informações. A pessoa se torna cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação se inviabiliza e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares do cotidiano como alimentação, higiene, vestuário, etc.. Inicia perda do controle da bexiga (incontinência). 
             Fase final
      O paciente está totalmente incapaz de andar (restrito ao leito), não fala mais, risco de pneumonia, desnutrição e úlceras por ficar deitado. Perda do controle da bexiga e do intestino (incontinência); dificuldades para engolir alimentos, evoluindo para uso de sonda enteral ou gastrostomia (sonda do estômago).
       Na maioria das vezes a causa da morte não tem relação com a Doença, mas sim com outros fatores ligados à idade avançada. 
       Diagnóstico: Não há um teste específico que estabeleça de modo inquestionável a doença. O diagnóstico certo da DA só pode ser feito por exame do tecido cerebral obtido por biópsia ou necropsia. Deste modo, o diagnostico de provável DA é feito excluindo outras causas de demência pela história (depressão, perda de memória associada a idade), exames de sangue (hipotireoidismo, deficiência de vitamina b), tomografia ou ressonância (múltiplos infartos, hidrocefalia) e outros exames.

       Tratamento: Alterações de comportamento e de humor são tratadas com medicação e acompanhamento de profissionais da Saúde. Os medicamentos prescritos pelo médico, esse pode ser o Geriatra, visam corrigir as alterações cerebrais, este tratamento funciona melhor na fase inicial da doença e o efeito é temporário, pois a DA continua progredindo. Nenhum medicamento deve ser consumido sem o diagnóstico correto e acompanhamento médico.