Sarcopenia

            Hã? Mas doutor o que é Sarcopenia? Reação típica
quando alguém ou algum familiar recebe esse diagnostico.




         
Sarcopenia é uma síndrome caracterizada
pela perda progressiva e generalizada da força e massa muscular, que ocorre em
consequência do envelhecimento. Os mecanismos envolvidos no aparecimento e
progressão da sarcopenia ainda não são completamente
conhecidos, mas sabe-se que alguns fatores com: A diminuição dos níveis de
hormônios esteróides, aumento da
inflamação,a perda da integridade
neuromuscular, inatividade física, diminuição da ingestão protéica
( desnutrição), aumento dos níveis de citocinas pró-inflamatórias, contribuem
para esse processo. Esta perda de massa e força muscular que é
quantitativa e qualitativa, gera no idoso uma  diminuição da mobilidade,
aumento da incapacidade funcional e de sua dependência nas atividades,
podendo levar até mesmo, a conseqüências mais graves como quedas e
fraturas. 
     
    Geralmente a sarcopenia é observada principalmente em idosos, mas
também pode se desenvolver em adultos jovens, e em casos de demência e
osteoporose. 
     
   
 Os principais fatores de risco para a sarcopenia
incluem sexo feminino, sedentarismo, tabagismo, atrofia por desuso (muito comum
em acamados, pois ficam na mesma posição praticamente 24h por dia), saúde
fragilizada e fatores genéticos.
     
 
   Para
identificar a doença é importante ficar atento aos sinais que a sarcopenia
deixa, como por exemplo, a dificuldade em levantar da cadeira e sofá sem ter o
apoio das mãos, já que a doença causa a perda da força muscular.
     
 
   Outro sintoma importante é que os
pacientes que sofrem da doença também passam por dificuldades para fazer
caminhadas e ficar de pé sem o apoio de outra pessoa ou até mesmo de muletas,
como acessório de base.
     
    A sarcopenia pode ser divida em primaria e secundaria como mostra
o quadro abaixo.

             
          Alguns métodos para o diagnóstico da sarcopenia incluem:
Ressonância magnética, densitometria óssea, performance em testes físicos, circunferência e força muscular.


          O melhor tratamento da sarcopenia é a sua
prevenção. A atividade física regular é essencial para uma vida saudável e se
torna imperativo nos dias atuais, onde a população envelhece com saúde até os
80-90 anos, mas depois que você já tem a doenças o tratamento
pode ser reposição de esteróides sexuais, reposição
de GH, exercício físico e suplementos nutricionais
          Procure seu médico, porque só ele saberá te informar e tratar a sarcopenia.
A Síndrome do Piriforme é uma irritação do nervo ciático provocada pelo aumento da tensão ou espasmo do músculo piriforme. Geralmente ela é mais encontrada em desportista, mas o enfraquecimento ósseo, os traumas e as quedas e até mesmo o jeito de andar e sentar do dia-dia fazem que essa síndrome possa ser encontrada também em idosos.
O piriforme é um músculo pequeno e profundo, localizado na nádega, sob os glúteos e tem comofunção a rotação externa da coxa, que é quando o joelho “olha” para fora, além de auxiliar na abdução (abertura da coxa). O nervo ciático passa debaixo deste músculo, mas em algumas pessoas ele passa através dele, o que aumenta a predisposição para a síndrome. Se o músculo, por algum motivo, sofrer uma tensão, pode haver compressão do nervo ciático, causando dor e irradiação para as pernas.
 
            Seus sintomas são muito parecidos com ou praticamente indistinguíveis da dor ciática. O paciente pode sentir dor na coluna e na perna. Pode ter aumento da dor quando a coxa é
movimentada para fora.
A causa mais comum é a tensão e o encurtamento do músculo piriforme. É comum em esportes que requerem corrida, mudança de direção ou descarga de peso excessiva. Corrida em terrenos duros ou irregulares, subir escadas, atividades que exijam muito agachamento e uso de calçados inapropriados para o tipo de pisada ou gastos demais também podem auxiliar no desenvolvimento da dor.
Ficar sentado por longos períodos, principalmente com a coxa em rotação externa diminui o
fluxo sanguíneo para a região do músculo e altera a fisiologia do piriforme (e dos músculos próximos à ele também) provocando o encurtamento. A falta de alongamento irá contribuir para que a musculatura envolvida tencione ainda mais e piore os sintomas.
            A melhor maneira de evitar a síndrome do piriforme é mantendo alongados os músculos que rodam as coxas para dentro e para fora. É importante aquecer-se bem antes de iniciar qualquer esporte ou atividade.
 O médico conversará sobre dos sintomas. Uma vez que o nervo ciático começa na coluna, ele pode ficar irritado por uma lesão nesta região, como uma hérnia de disco, por exemplo.
O médico examinará as costas e verificará se o nervo ciático está irritado na região. Ele examinará também quadril e pernas e os moverá para descobrir se existe dor com tais movimentos.
 
Podem ser solicitados Raio-x, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética da coluna para descobrir se há alguma lesão. Não há forma de detectar por meio
de raios X se o nervo está irritado na região do músculo piriforme.
O tratamento pode ser fisioterápico, com repouso, gelo, alongamento e massagem.
Seu médico pode também receitar um anti-inflamatório ou um relaxante muscular. É aconselhável interromper as atividades de correr ou caminhar e modificar as atividades. No caso de atletas, o retorno precoce às atividades pode agravar a lesão.
Quando a dor é refratária, ou seja, continua mesmo após o tratamento conservador, a
próxima indicação na escada analgésica é a técnica intervencionista de infiltração com anestésico local. Caso a dor retorne, pode ser utilizada a toxina botulínica no músculo piriforme.
Em último caso, pode requerer cirurgia minimamente invasiva, que consiste na ressecção do
músculo piriforme ou do tendão para liberação do nervo.

Dor no quadril em idoso

          A Bursite trocanteriana é a inflamação de uma ou mais bursas localizadas sobre a inserção do músculo glúteo médio no trocanter femoral, sendo mais comum em pacientes de meia-idade e idosos, com alguma preferência pelo sexo feminino.
         O sintoma  principal é a dor sobre a região do trocanter, na face lateral da coxa que piora com caminhada ou ao deitar sobre o lado afetado e pode ter início agudo ou gradual.
         O diagnóstico é feito pela palpação da região sobre o trocanter maior, com presença de um ponto doloroso nesta região. A dor pode piorar com a rotação externa do quadril e com a abdução contra resistência. Algumas condições podem contribuir para o surgimento da bursite trocantérica, tais como a osteoartrose da coluna lombar e/ou do quadril, diferença de comprimento dos MMII e escoliose.
          A evolução natural do processo degenerativo é a piora gradual das condições do
paciente. Os sintomas deixam de ser esporádicos e passam a ser constantes, chegando a comprometer o sono.

        O tratamento consiste em repouso relativo, uso de antiinflamatórios
não-esteróides e fisioterapia(recursos analgésicos, ultrassom e exercícios).
Caso a sintomatologia dolorosa não melhore pode-se optar por injeções de
esteróides na área. Em casos extremos pode-se optar pelo procedimento cirúrgico,
que consiste na remoção da busrsa inflamada.

Osteoartrose

       
         Osteoartrose ou artrose ou bico de papagaio é uma doença não inflamatória que acomete as articulações em diferentes partes do corpo como: quadril, joelhos, mãos, ombros, coluna vertebral e outras articulações com menor incidência.
        As superfícies articulares são cobertas por cartilagem que tem a função de amortecer e proteger os ossos. Essa cartilagem, na Osteoartrose, sofre um processo degenerativo progressivo, danificando assim a articulação.
        Os sinais e sintomas dos pacientes portadores de osteoartrose, são os seguintes:
– Dor e sensibilidade à mobilização, palpação ou manobras
– Crepitação palpável, excepcionalmente audível
– Espasmo e atrofia da musculatura articular satélite
– Limitação da amplitude articular, sem anquilose como regra
– Sinais discretos de inflamação articular, raramente acentuados
– Derrame articular, comumente relacionado com trauma ou uso excessivo da junta.
        A Osteoartrose pode surgir como conseqüência de outras condições como:
      -Trauma, resultando em fratura das superfícies articulares.
      -Deformidade da articulação.
      -Pequenos traumas de repetição.
     – Hemofilia
     – Obesidade.
     – Idade.
     – Hereditariedade.
     – Postura inadequada.
     – Traumas ocupacionais, por exemplo: alfaiates – mãos, operadores de britadeira – cotovelo e ombros.
        O tratamento das osteoartrose continua sendo, basicamente, sintomático, mas hoje já se pode exercer alguma influência positiva no controle de sua sintomatologia e evolução.
        Com a identificação de alguns fatores de risco passíveis de intervenção como obesidade, estresse mecânico, trauma, inflamação articular, algumas desordens congênitas e doenças endócrinas, já se torna possível abordagem mais adequada e direta de prevenção primária e secundária da enfermidade.
         O tratamento cirúrgico muitas vezes pode se tornar necessário devido ao processo de cronicidade e aumento da dor e da limitação funcional do paciente. As técnicas mais utilizadas são as osteotomias que são usadas para corrigir uma alteração biomecânica, como o joelho varo.

       As artroplastias totais que substituem a estrutura articular e diminuem a dor, além de melhorar a função, e as artrodeses que são pouco comuns, sendo realizadas basicamente para aliviar a dor e restaurar a estabilidade da articulação.

Doença degenerativa discal ocorre quando a inter-discos vertebrais repartição. Idosos com doença degenerativa disco experiência de muita dor nas costas como esta doença tende a exercer pressão sobre a espinal medula e os nervos da coluna vertebral. É uma doença degenerativa disco idade relacionados e como uma pessoa envelhece, os discos da coluna vertebral iniciar a secagem e encolhimento.
Existem diferentes tipos de tratamento disponíveis para os idosos com doença degenerativa disco, mas cada um tem o seu próprio método de tratamento e limitações de um médico é a melhor pessoa para decidir qual o tratamento é mais adequado para uma pessoa.
A fim de compreender doença degenerativa disco, faz sentido tentar encontrar a compreender como funciona a coluna vertebral. Nossa coluna é feita de ossos que são conhecidos como vértebras e ossos, entre estes, há discos que sejam preenchidos com gel-como substância para ajudar a absorver o choque e para evitar atrito entre as vértebras uns contra os outros. O gel de substância similar no disco é composto por 80 por cento da água e como uma pessoa envelhece, o disco começa a perder a água e ele perde progressivamente a sua capacidade para absorver choques.
Doença degenerativa disco também é conhecido como spondylosis. Como uma pessoa envelhece, o fornecimento de sangue para reduzir os discos e como resultado, quando os discos obter feridas, eles não têm a capacidade para reparar si.
Idosos com doença degenerativa disco pode experimentar muitas outras relacionadas com problemas devido a esse transtorno. Alguns dos problemas são os seguintes:
  • Às vezes, o gel-como substância vazamentos para fora do disco, devido a pequenas lágrimas na parede do disco. O gel tem proteínas inflamatórias que então inflamar o rodeiam nervos e causar dor. No entanto, com a idade, as proteínas e as sequem pessoa experimenta menos dor.
  • Como os discos perdem água, a distância entre duas vértebras consecutivas e isso reduz a explicar porque as pessoas ficam mais curtos idosos com a idade.
  • Com a ausência dos discos entre as vértebras, que tendem a esfregar uns contra os outros provocando o crescimento do osso esporas.